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25 de julho de 2010

[Continuação] -> Moda - (ícones que ditaram moda e marcaram epoca)


Anos 70

Leila Diniz



Símbolo do feminismo, apareceu aos 7 meses de gravidez usando biquíni, em 1971, numa época em que as grávidas não mostravam a barriga.









Peças e looks

Aspectos artesanais

Feminino com inspiração masculina


Saia-calça


Vestido-camisa


Chemisier


Calça boca-de-sino

Calça + túnica


Tailleur


Vestido envelope


Comprimentos míni, midi e máxi


Influências

Hippie


Retrô


Disco/Glitter


Moda lingerie


Beleza


Estilistas

Zuzu Angel


Markito


Fiorucci


Mulheres dos anos 1970

No Exterior
Caroline de Mônaco


Farah Fawcett


Diane Keaton


Cher


No Brasil
 Dina Sfat

Carmen Mayrink Veiga


Regina Duarte


Vera Fisher



Mulheres dos anos 1970 no Exterior

Caroline de Mônaco

  





Filha de Grace Kelly, a princesa sempre foi sinônimo de beleza, classe e elegância.







            Farah Fawcett










Conhecida pelo seriado As Panteras. Seu cabelo e beleza foram ícones dos anos 1970 e 1980.






Diane Keaton


Musa de Woody Allen, consagrou seu estilo com o figurino do filme Noivo Nervoso, Noiva Neurótica.








Cher  
 






Cantora e atriz, seu estilo exuberante marcou época.

   



Mulheres dos anos 1970 no Brasil

Dina Sfat






A beleza e autenticidade da atriz marcaram os anos 1970 no cinema e na TV.



Carmen Mayrink Veiga






Socialite carioca, uma das mulheres mais elegantes do Brasil.



Regina Duarte





 
A eterna “Namoradinha do Brasil” inspirava as mulheres mais românticas.



Vera Fisher









Símbolo sexual, Miss Brasil e atriz, foi ícone de beleza por várias gerações.




Peças e Looks


Aspectos Artesanais



Bordado, crochê, tricô, tudo o que era feito à mão era valorizado.







Feminino como inspiração masculina














A moda senhora, com roupas mais fechadas, fazia parte do guarda-roupa de muitas mulheres.



Saia-calça














para a mulher dinâmica que precisava de movimento.



Vestido-camisa








Vestido-camisa solto, gravata, faixa no cabelo, sandália e meia soquete.



Chemisier

O chemisier, inspirado nas camisas masculinas durante a Segunda Guerra Mundial, foi reeditado nos anos 1970.







O chemisier dos anos 1970 veio com mangas largas ou soltas, gola alta ou aberta e cinto fino. Viva o flower power!

Calça boca-de-sino








A calça boca-de-sino com blazer e bolsos saariana.



Calça + Túnica







 Calças usadas com túnicas, casacos longos e botas.



Tailleur







Desde que Chanel difundiu o tailleur na moda, ele segue reinando, mas a cada década ganha uma modificação.



Vestido envelope








Vestido envelope, um clássico criado por Diane Von Furstenberg.



Comprimentos míni, midi e máxi











































Influências

Hippie






 
  
Os hippies seguiam influenciando a moda, dizendo não ao consumismo ocidental e valorizando a cultura oriental: batas, kaftans, túnicas indianas, roupas ciganas, bijuterias étnicas...


























Em plena ditadura militar no Brasil, a moda era uma das poucas formas de expressão.






Retrô














New romantic - Romantismo na manga com grande volume (manga presunto) e ajustada no punho, muito usada no século 19, entre 1880 e 1890.





Disco/Glitter

No final da década, surge uma nova onda pop de glitter e glamour, embalada pelas discotecas.









Dancin Days, novela de 1978 com Sônia Braga. As meias de lurex e sandálias de plástico viraram febre nacional.
















Calça Saruel, usada com maiô.




Moda lingerie


Liberdade: calcinha tanga e lingerie que não apertam, não marcam e sustentam o corpo.



Beleza na década de 1970








Olhos e lábios marcados, no cabelo ondas frisadas como as estrelas dos anos 1930.










 
  
Cabelos em cachos soltos, exuberantes e lisos com franja longa.



Estilistas

Zuzu Angel: cultura brasileira e moda protesto





Suas criações tinham a alegria e a riqueza de cores da cultura brasileira, estampas de chita e renda renascença. Quando seu filho, Stuart, foi preso durante a ditadura, Zuzu usou a sua moda para protestar com estampas de anjinhos sobrevoando as nuvens. Pioneira em brasilidade, fez sucesso com seu estilo em todo o mundo, inclusive nos EUA.







Markito: moda Glam

Tornou-se um dos mais famosos estilistas brasileiros na era Disco. Criou vestidos sensuais em jérsey e paetês, sua moda era glamourosa como a tendência nos anos 1980.

Usou o trabalho das bordadeiras de Uberaba, Minas Gerais, sua terra natal, nas peças que eram exportadas para os Estados Unidos.



Fiorucci: moda Jovem

 Gloria Kalil trouxe a Fiorucci para o Brasil em 1977. Foi a primeira marca de grife a entrar no mercado brasileiro. A exportação era proibida no país e tudo era fabricado por aqui, todas as informações vinham de viagens que Gloria fazia para a Itália. Foi a primeira marca ligada ao segmento jovem de jeans e abriu portas para outras como Dijon, Gledson, Ellus e mais tarde Forum e Zoomp. Peças de qualidade, cores vibrantes e humor fizeram com que a Fiorucci virasse mania.



Artigo retirado da Revista Manequim













14 de setembro de 2009

História da Moda

Os seres humanos passaram a se cobrir com peles de animais para se proteger do clima e, com o tempo, essa proteção foi se tornando cada vez mais sinônimo de poder e status.
Na época
bizantina dava-se valor, por exemplo, às roupas na cor roxa, pois essa cor era derivada de um pigmento muito raro que só a nobreza tinha condições de adquirir.
Já os mais pobres usavam roupas na cor
azul, que era feita com uréia, encontrada em abundância, pois os tintureiros tomavam muitas bebidas alcoólicas, faziam a urina em baldes, e essa era utilizada para tingir as peças de tecido.




A moda nos anos 1920

Nessa época, a moda já estava livre dos espartilhos do século XIX. As saias já mostram mais as pernas e o colo. Na maquiagem, a tendência era o batom. A boca era carmim, em forma de coração. A maquiagem era forte nos olhos, as sobrancelhas eram tiradas e o risco pintado a lápis. A tendência era ter a pele bem branca.
OBS: A moda teve o seu marco nas decadas de 60 e 70, com a influência de "mods" "skinheads" que buscavam um meio alternativo de se vestir. Eles destruíam roupas clássicas e misturavam com roupas cotidianas , no entanto o mercado viu a necessidade de fazer roupas finas que atendesse aquele público que queria sair do clássico.
Foi a época de
Hollywood em alta, e a maioria dos grandes estilistas da época, como Coco Chanel e Jean Patou, criaram roupas para grandes estrelas.
Foi uma
década de prosperidade e liberdade, animada pelo som das jazz-bands e pelo charme das melindrosas, as mulheres modernas da época, que frequentavam os salões e traduziam em seu comportamento e modo de vestir o espírito da também chamada Era do Jazz.
A silhueta dos
anos 20 era tubular, os vestidos eram mais curtos, leves e elegantes, com braços e costas à mostra. O tecido predominante era a seda. Os novos modelos facilitavam os movimentos frenéticos exigidos pelo charleston - dança vigorosa, com movimentos para os lados a partir dos joelhos. As meias eram em tons de bege, sugerindo pernas nuas. O chapéu, até então acessório obrigatório, ficou restrito ao uso diurno. O modelo mais popular era o "cloche", enterrado até os olhos, que só podia ser usado com os cabelos curtíssimos, a "la garçonne", como era chamado. A mulher sensual era aquela sem curvas, sem seios e com quadris pequenos. A atenção estava toda voltada aos tornozelos.
A
sociedade dos anos 20, além da ópera ou do teatro, também freqüentava os cinematógrafos, que exibiam os filmes de Hollywood e seus astros, como Rodolfo Valentino e Douglas Fairbanks. As mulheres copiavam as roupas e os trejeitos das atrizes famosas, como Gloria Swanson e Mary Pickford. A cantora e dançarina Josephine Baker também provocava alvoroço em suas apresentações, sempre em trajes ousados.
Em
1927, Jacques Doucet (1853-1929), figurinista francês, subiu as saias ao ponto de mostrar as ligas rendadas das mulheres - um verdadeiro escândalo aos mais conservadores. Foi a época da estilista Coco Chanel, com seus cortes retos, capas, blazers, cardigãs, colares compridos, boinas e cabelos curtos. Durante toda a década Chanel lançou uma nova moda após a outra, sempre com muito sucesso.

Figurinistas da década de 1920
  • Jacques Doucet (1853-1929), um figurinista francês, em 1927, subiu as saias para mostrar as ligas rendadas.
  • Coco Chanel criou a moda dos cortes retos, capas, blazers, cardigãs, colares compridos, boinas e cabelos curtos.
  • Jean Patou, estilista francês teve o foco na criação de roupas esportivas. Inclusive para a tenista Suzanne Lenglen. Também revolucionou a moda da praia com seus maiôs.
Moda na década de 1960


As roupas nas décadas de 60 e 70, época dos hippies, transmitiam a paz e amor, lemas da época, por cores alegres e estampas floridas, demonstrando sensibilidade, romantismo, descontração e bom humor, como também a liberdade de expressão perante o regime ditatorial em países como o Brasil, Chile e França.

Moda na década de 1980

A moda anos 80 (tempo compreendido entre 1980 a 1989), a New Wave (nova onda - em inglês), inspirou-se basicamente na onda da geração saúde e da febre da ginástica aeróbica. Contrariando a moda dos anos 60 e 70, onde em um vestuário da moda prevalecia roupas largas, artesanais e de inspiração indiana, nos anos 80 o uso de roupas de ginástica (lycra, sapatilha, polaina) no cotidiano, combinadas a roupas excêntricas e exageradas, com cores cítricas, estampas de animais e sobretudo muito alegres, foi sem dúvida o grande marco na moda da época.


Universo tecnológico

Com todas o avanço tecnológico, a moda oitentista se baseou em tudo que era novo, moderno e eletrônico. O Japão, foi um dos grandes países inspiradores da moda da época. O surgimento do stretch dava um ar futurista as roupas, mesmo assim, várias pessoas aderiam aos brechós procurando a moda do armário da "vovó". Os cabelos aderiram um corte assimétrico, com franjas repicado. Muitos usavam com gel, e mantiam um topete tão alto quanto conseguiam. A tintura com cores exóticas e marcantes se tornou mais frequente entre os jovens. Mesmo com tom de constante inovação, vários estilistas preferiam manter o tom sóbrio de suas roupas , não aderindo a moda futurista. Foi como o famoso estilista Giorgio Armani fez, com seus cortes sóbrios garantiu a elegância de homens e mulheres que se adaptavam ao estilo clássico.


O corpo perfeito


Para a época, ser bem vestido era apenas um detalhe se não houvesse um belo corpo. A febre da malhação e ginástica, veio acompanhada das inúmeras academias que se estendiam cada vez mais pelos centros urbanos. Entre os jovens, era comum irem a academias para aulas de dança com música ritmadas, vestidos com collants e polainas, o objetivo era um corpo bonito e saudável, aliado a moda e o sucesso. A moda das academias fez com que o tênis, o moletom e a lycra, não fossem mais peças exclusivamente esportivas. Sendo popularizadas para ocasiões cotidianas, ganhando tons modernos e urbanos. O tênis ganhou milhares de "looks" alternativos, nas mais variadas formas e cores. Sendo assim, o calçado que se tornou febre da moda era o All-star, pelo seu estilo simples e confortável, mas com as mais variadas cores e estampas, considerado um tênis inovador, foi (e ainda é) um dos calçados mais famosos e usados pelos jovens.

A moda e a música

A música, além do cinema, foi um dos mais importantes meios de difusão da moda. Não havia apenas um estilo do momento, todas as tribos se estendiam com as mais diversas tendências: pops, darks, góticos, metaleiros e rastafaris, havia estilo diversificado para todos. Ao contrário do atual, o pop que fazia sucesso na época era o mais melancólico. Bandas como The Smiths, The cure e Joy Division, fizeram sucesso estrondoso, principalmente com a divulgação dos videoclipes, que associava rapidamente a imagem a música. Madonna, apesar de não fazer o estilo pop-melancólico, e sim extremamente alegre, influenciou a sociedade com seu estilo livre e despudorado, com cores vibrantes e cortes exóticos. No mesmo estilo, fizeram grande sucesso cantoras como Cindy Lauper e a brasileira Xuxa.

Maquiagem e Acessórios

Acompanhando as roupas, tudo era muito colorido e extravagante. Na maquiagem, as mulheres usavam muito colorido, sombras fortes e batom com cores vivas, sempre na linha exótica e chamativa. Os acessórios não poderiam ficar de fora da moda futurista, o acrílico e o plástico entraram em alta, nas mais variadas cores, geralmente cintilantes. Por terem um aspecto do futuro e um baixo custo, pulseiras, brincos e colares deste material foram a grande sensação.


Anos 80 – O Exagero está no ar

Os anos 80 serão eternamente lembrados como uma década onde o exagero e a ostentação foram marcas registradas. Os seriados de televisão, como Dallas, mostravam mulheres glamourosas, cobertas com jóias e por todo o luxo que o dinheiro podia pagar. A moda apressou-se por responder a esses desejos, criando um estilo nada simplório. Todas as roupas de marcas conhecidas tinham seus logos estampados no maior tamanho possível. O jeans alcança seu ápice, ganhando status. E os shoppings tornaram-se paraíso dos consumistas. Pode-se dizer que os anos 80 começam realmente em 1977, com o sucesso da música “disco” inspirados no filme “Saturday Night Fever”. Voltam à tona, o glamour da noite e o charme do excesso e do brilho, deixando para trás o estilo hippie dos anos 70. A juventude trouxe de volta o que já era considerado “velho”: roupas sob medida e vestidos de baile. Os anos 80 seguem o charme e a sofisticação dos anos 60, porém com um certo exagero. Nesta década, os japoneses marcaram posição no cenário internacional. Em um universo tecnológico (o Atari surgiu nessa época), a moda inspirou-se no Japão, emergente com suas novidades, e em tudo o que fosse electrónico: neons, computadores, automáticos, etc.



Texto obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Moda_na_d%C3%A9cada_de_1980"



Namastê



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